Dicas
Ao longos dos diversos anos de formada, sempre dedicada a clínica e grande parte destes anos dedicados a educação, vejo muitos profissionais participando de diversos cursos e obtendo pouco retorno. Resultado disso, são profissionais desmotivados, mal remunerados e, não raro, abandonando a profissão. Infelizmente.

Pensando nisso, e por conhecer profundamente os cursos da área, decidi colocar aqui algumas dicas de como escolher um curso de Formação Profissional:

1. ESCOLHA INSTITUIÇÕES CONFIÁVEIS. Da mesma forma que, é muito mais seguro você efetuar uma compra pela internet nas “lojas americanas”, ou no “ponto frio”, do que numa loja mais barata, as instituições bem consolidadas zelam pela qualidade, seriedade e respeito adquirido em sua instituição. Pode ser chover no molhado, mas vejo muita gente não recebendo a “mercadoria prometida”, fazendo valer o ditado: “o barato saiu caro”.

2. VERIFIQUE SE O PROFESSOR TEM PRÁTICA CLÍNICA. Da mesma maneira em que não dá para se confiar num professor de cirurgia que nunca tenha colocado a mão no bisturi, ou num professor de direito que nunca tenha colocado o pé no tribunal, é INADMISSÍVEL ter aula com um professor que nunca tenha colocado a mão no paciente. E, infelizmente, é o que mais frequentemente vemos nos cursos por aí: professor demais, experiência de menos. Há um pensamento que diz que, aquele que não faz, ensina os outros a fazer. Fuja de quem age assim. Procure cursos onde os professores tenham atividade clínica. E aqui vai a dica: é impossível manter a agenda de pacientes se você em uma semana está em Fortaleza, na outra em Porto Alegre, na outra no Rio de Janeiro e na outra em Manaus.

3. REFUTE A SOBERBA, A ARROGÂNCIA, A VAIDADE. Existem professores de cursos que erroneamente afirmam que somente aquela técnica é que funciona, desprezando todas as demais. FUJA deste tipo de professor. Quem afirma isso, é porque nunca encostou um dedo sequer num paciente. Quem dera a mão! É impossível resolver tudo e a todos com uma técnica só. Nem cirurgia, nem medicamento, nem manipulação, nem alongamento, nem nada isoladamente resolve 100% dos casos.

4. PESQUISE A HISTÓRIA DO CURSO. Pergunte a outros que já participaram, busque outras opiniões, verifique a história da Instituição e dos docentes envolvidos. Um exemplo: uma outra escola que faz cursinho de Quiropraxia, aceita como participantes do seus cursos mecânicos, donas de casa, massoterapeutas, professores de educação física, fisioterapeutas, médicos, videntes com um detalhe: TODOS na mesma turma. É um público muito heterogêneo para um curso só, você não acha?!

Bom, espero que com estas dicas, você possa encontrar cursos de qualidade e que o seu investimento, seja ele financeiro, ou de tempo, ou de dedicação, possa ser valorizado, respeitado e retornável, afinal de contas, este é o objetivo.

No Instituto Physion, seguramente atendemos a todos estes quesitos. No nosso caso, orgulhosamente, o sucesso profissional e pessoal dos que participam dos nossos cursos é o melhor atestado que podemos apresentar.

Boa sorte e sucesso para você nesta eterna busca pelo conhecimento!

Ines Nakashima
Fisioterapeuta

COMO ESCOLHER UM CURSO DE EDUCAÇÃO CONTINUADA